As empreendedoras somam mais de 30 milhões no Brasil

Não é sobre sonhos, mas sim sobre objetivos. As vezes não se sabe para onde ir, somente há a ciência de que parar não é uma opção. Aline Medici, empresária, mãe, mulher e esposa, chegou lá. E faz parte das 48,7% das mulheres que deixaram de sonhar e foi até seu objetivo.

Por Claudia Cristina

Brasil, abril de 2021: Segundo a PNAD Contínua do IBGE, 8,5 milhões de mulheres tinham deixado a força de trabalho no terceiro trimestre de 2020 (último dado disponível), na comparação com o mesmo período do ano anterior. O CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostra que as mulheres perderam 87,6 mil postos de serviço, enquanto os homens tiveram 230,2 mil vagas criadas.

Porém, ao contrário do que os números mostram, Aline Medici reflete que se tivesse parado para ouvir e ver tudo o que falam sobre as mulheres, tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, ela realmente não seria empresária.

Aline começou sua jornada com R$5 mil em caixa e com apenas um único sonho: abrir sua própria clínica de estética. A sorte foi lançada e deu o investimento gerou lucros de R$70 milhões e mais de 100 franquias no país.

Eu tive que me preparar em vários aspectos. Cuidei da minha saúde física e da espiritual. Eu sabia que não seria fácil em relação a outras pessoas, e que eu iria ter que enfrentar praticamente o mundo pra mostrar que meu trabalho tinha valor”, comenta Aline ao mencionar que o único apoio que teve foi do seu marido, mas na época, seu namorado.

Na pandemia a franquia cresceu 600%, não ficou com caixa vermelho nem tiveram que diminuir os custos. Pelo ao contrário, ela investiu cada dia mais, porque o pensamento de empresária foi “investir e inovar para lucrar no mesmo ano e continuar lucrando no próximo ano”.

Em negociações de franquias, 60% são mulheres que buscam reuniões para conhecimento sobre o negócio e 40% são homens que buscam negociações para que suas mulheres toquem a franquia.

Tudo aconteceu tão naturalmente na minha vida, mas foi tudo com muito esforço. Não pensei em desistir, porque eu nem tinha imaginado aonde eu queria chegar. Na verdade, eu só queria ir e tocar o meu negócio levando preço baixo com qualidade alta a todas as pessoas que procurassem a clínica”, comenta Aline ao mencionar que não tinha limites, só queria trabalhar.

 

 

 

Poliana Costa
Author: Poliana Costa

Gostou do post?
+1
0
+1
0
+1
0
+1
0
+1
0
+1
0
+1
0

Você pode gostar:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Digital em PDF

Patrocinado