Aneel aprovou revisão tarifária provisória da Neoenergia Brasília; aumento médio entre as categorias é de 1,92%
A energia elétrica fica mais cara para os consumidores do Distrito Federal a partir desta quinta-feira, 22 de outubro de 2026. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, na terça-feira (20), a revisão tarifária periódica da Neoenergia Brasília. Para os consumidores residenciais da categoria B1, o aumento é de 1,11%.
O efeito médio entre as categorias atendidas será de 1,92%. Confira os índices divulgados pela agência:
| Categoria | Aumento |
|---|---|
| Residencial (B1) | 1,11% |
| Baixa tensão — média do grupo | 1,06% |
| Alta tensão — média do grupo | 4,27% |
| Efeito médio geral | 1,92% |
Os percentuais representam categorias distintas: o índice residencial de 1,11% é específico para a classe B1, enquanto os 1,06% correspondem à média da baixa tensão.
Aprovação ainda é provisória
Segundo a Aneel, o resultado definitivo depende da conclusão de uma fiscalização sobre inconsistências nos dados de mercado da distribuidora, relacionadas à implantação de um novo sistema comercial. A aprovação provisória permite que as novas tarifas entrem em vigor nesta quinta-feira.
Entre os fatores que influenciaram a revisão estão os custos de compra, transmissão e distribuição de energia, além dos encargos do setor elétrico.
Como a tarifa é composta
Em comunicado, a Neoenergia Brasília informou que 16,8% da composição da conta se destinam à operação, manutenção, administração e aos investimentos da distribuidora. Segundo a empresa, tributos e encargos representam 42,8%, enquanto compra e transmissão de energia correspondem a 40,4%.
Com informações da Aneel e da Neoenergia Brasília.





